Este artigo aborda dólar fecha em queda de mais de 1% na primeira sessão de 2026 de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Cotação do dólar hoje
O dólar fechou em queda de mais de 1% na primeira sessão de 2026, refletindo um pregão de baixa liquidez nos mercados. O dólar à vista caiu 1,19%, sendo cotado a R$ 5,4238 na venda. Já o dólar comercial apresentou os seguintes valores: compra a R$ 5,423 e venda a R$ 5,424.
A redução da liquidez e os ajustes moderados marcaram o cenário do dia. O otimismo com ações, impulsionado pela inteligência artificial e pela expectativa de novos cortes de juros pelo Federal Reserve ao longo do ano, favoreceu ativos de risco. O real também se beneficiou pelo carry trade atrativo, após o dólar ter acumulado queda de mais de 11% em 2025 e enfraquecido no exterior.
Apesar da queda do petróleo e do minério de ferro no dia, este último mostrou resiliência ao longo de 2025, mantendo-se com preços acima de US$ 100 por tonelada na maior parte do ano. Para janeiro, o mercado está apostando em uma pausa do Fed e na manutenção da Selic em 15%, com a expectativa majoritária de início dos cortes apenas em março.
Movimentações do mercado
O dólar fechou a primeira sessão de 2026 em queda de mais de 1%, acompanhando um pregão de baixa liquidez nos mercados. Às 9h58, o dólar à vista caía 0,97%, sendo cotado a R$ 5,436 na venda. Já ao final do pregão, o dólar à vista fechou em queda de 1,19%, atingindo R$ 5,4238 na venda.
A redução da liquidez no mercado e os ajustes moderados contribuíram para a queda do dólar. Além disso, o otimismo em relação às ações foi impulsionado pela inteligência artificial e pela expectativa de novos cortes de juros pelo Federal Reserve ao longo do ano de 2026. Esses fatores favoreceram os ativos de risco, com o real sendo beneficiado pelo carry trade atrativo. Vale ressaltar que o dólar acumulou queda superior a 11% em 2025 e também se enfraqueceu no exterior, o que influenciou o cenário do mercado cambial.
Apesar da queda nos preços do petróleo e do minério de ferro durante o pregão, o minério mostrou resiliência ao longo de 2025, com preços acima de US$ 100 por tonelada na maior parte do ano. Para o mês de janeiro, as expectativas apontam para uma pausa do Fed e a manutenção da Selic em 15%. A maioria dos analistas projeta o início dos cortes de juros apenas em março. Com essas movimentações do mercado, o dólar encerrou a primeira sessão de 2026 em queda significativa.
Expectativas para o ano
As expectativas para o ano de 2026 são positivas, com o dólar fechando em queda de mais de 1% na primeira sessão do ano. A baixa liquidez nos mercados contribuiu para essa movimentação, mas o otimismo com ações e a expectativa de novos cortes de juros pelo Federal Reserve ao longo do ano favorecem ativos de risco.
O real também se beneficia do carry trade atrativo, após o dólar ter registrado queda significativa em 2025. Mesmo com a queda do petróleo e do minério de ferro, o mercado demonstra confiança na resiliência desses ativos ao longo do ano. Para janeiro, as expectativas apontam para uma pausa do Fed e a manutenção da Selic em 15%, com a possibilidade de início dos cortes apenas em março.
Impactos no cenário econômico
A queda de mais de 1% do dólar na primeira sessão de 2026 teve impactos significativos no cenário econômico. Durante o pregão de baixa liquidez, a moeda americana fechou em R$ 5,42 na venda, refletindo um movimento de otimismo com ativos de risco impulsionado pela inteligência artificial e pelas expectativas de novos cortes de juros pelo Federal Reserve ao longo do ano.
O real foi beneficiado pelo carry trade atrativo, já que o dólar acumulou uma queda superior a 11% em 2025, tanto no Brasil quanto no exterior. Mesmo com a queda dos preços do petróleo e do minério de ferro no mesmo dia, o mercado mostrou resiliência ao longo do ano anterior, com o minério mantendo preços acima de US$ 100 por tonelada na maior parte do tempo. Para janeiro, a expectativa é de uma pausa do Fed e a manutenção da Selic em 15%, com previsão de início dos cortes apenas em março.
Fonte: https://www.infomoney.com.br

