Este artigo aborda destaques da temporada paralímpica: atletismo e judô de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Desempenho histórico nos Campeonatos Mundiais
O desempenho histórico nos Campeonatos Mundiais de atletismo e judô foi um marco para o esporte paralímpico brasileiro. No atletismo, o Brasil se destacou com Lauro Chaman conquistando o tricampeonato Mundial de Paraciclismo na Bélgica, enquanto Cristian Ribera se tornou campeão mundial de esqui cross country na Noruega. Além disso, o país fechou o Mundial de halterofilismo com ouro nas equipes femininas, mostrando a diversidade de talentos em diferentes modalidades.
Já no judô, o Brasil brilhou com 13 medalhas no Mundial realizado no Cazaquistão, sendo cinco delas de ouro. Destaque para Alana Maldonado, tricampeã na categoria até 70 kg da classe J2, e Wilians Araújo, bicampeão na categoria acima de 95 kg da classe J1. A final 100% brasileira entre Rebeca Silva e Meg Emmerich também foi emblemática, assim como os ouros inéditos de Brenda Freitas e Rosi Andrade, que mostraram a força da equipe brasileira no judô paralímpico.
Destaques no tênis em cadeira de rodas
O tênis em cadeira de rodas também teve seus destaques ao longo da temporada paralímpica. Na Copa do Mundo da modalidade, realizada em Antalya, na Turquia, a seleção brasileira da classe quad alcançou a final pela primeira vez, conquistando a medalha de prata ao ser superada pela Holanda. Na categoria júnior, o Brasil chegou às semifinais e terminou em quarto lugar, com Vitória Miranda e Luiz Calixto se destacando.
Além da Copa do Mundo, os brasileiros também brilharam nos Grand Slams, os principais torneios da modalidade. Vitória Miranda foi campeã de simples e duplas femininas no Aberto da Austrália e em Roland Garros, ao lado da belga Luna Gryp. Já Luiz Calixto venceu o torneio de duplas masculinas na Austrália, com o norte-americano Charlie Cooper. Ambos encerraram o ano de forma brilhante nos juniores, mostrando o talento da nova geração do tênis em cadeira de rodas.
Brasil lidera o quadro de medalhas no Mundial de judô
O Brasil teve um desempenho histórico no Mundial de judô, realizado em Astana, Cazaquistão, liderando o quadro de medalhas de maneira inédita. Foram 13 medalhas conquistadas, sendo cinco delas no topo do pódio. Destaque para Alana Maldonado, tricampeã na categoria até 70 kg da classe J2, e Wilians Araújo, bicampeão na categoria acima de 95 kg da classe J1.
Além disso, a competição contou com uma final 100% brasileira na categoria acima de 70 kg da classe J2, com vitória de Rebeca Silva sobre Meg Emmerich. Outros destaques foram os ouros inéditos de Brenda Freitas na categoria até 70 kg e de Rosi Andrade na categoria até 52 kg, ambos na classe J1.
Conquistas no Mundial de canoagem e ciclismo
No Mundial de canoagem, que aconteceu em Milão, o destaque brasileiro foi o sul-mato-grossense Fernando Rufino. Ele conquistou a medalha de ouro nos 200 metros da classe VL2, na qual competem atletas que utilizam tronco e braços na remada. Essa vitória de Rufino foi especialmente significativa por repetir a dobradinha da final paralímpica dos Jogos de Paris, em 2024, quando o paranaense Igor Tofalini ficou em segundo lugar. No total, o Brasil subiu ao pódio cinco vezes nessa competição na Itália.
O desempenho do Brasil no Mundial de ciclismo também foi digno de destaque. Com atletas competindo em diversas categorias, o país obteve resultados expressivos, mostrando a evolução e o talento dos ciclistas paralímpicos brasileiros. A participação brasileira nesse evento reforçou a presença e a competitividade do país no cenário internacional do esporte paralímpico, consolidando a posição do Brasil como potência nessa modalidade.
Brasil faz história no Mundial de Natação e Atletismo
O Brasil fez história no Mundial de Natação e Atletismo, ocupando o topo do quadro de medalhas em ambas as modalidades. No atletismo, destacaram-se os desempenhos de diversos atletas brasileiros, como Cristian Ribera, que se tornou campeão mundial de esqui cross country. Além disso, na Copa do Mundo de tênis em cadeira de rodas, a seleção brasileira da classe quad chegou à final pela primeira vez, conquistando a prata.
No Mundial de judô, realizado em Astana, Cazaquistão, o Brasil obteve um desempenho excepcional, subindo ao pódio 13 vezes e conquistando cinco medalhas de ouro, liderando o quadro de medalhas de maneira inédita. Destaque para Alana Maldonado, tricampeã na categoria até 70 kg da classe J2, e Wilians Araújo, bicampeão na categoria acima de 95 kg da classe J1. Também houve uma final 100% brasileira e conquistas inéditas de ouro por Rebeca Silva, Brenda Freitas e Rosi Andrade.
Mundial de Halterofilismo: conquistas femininas
O Brasil teve um desempenho histórico no Mundial de Halterofilismo, com conquistas significativas no segmento feminino. As atletas brasileiras brilharam e mostraram todo seu talento e dedicação nas competições. A equipe feminina do Brasil fez história ao fechar o campeonato com medalhas de ouro, demonstrando o alto nível de preparo e técnica das competidoras.
Destaque para as performances impressionantes das halterofilistas brasileiras, que se destacaram em suas respectivas categorias e provaram ser verdadeiras campeãs. As conquistas das mulheres brasileiras no Mundial de Halterofilismo são motivo de orgulho para o país e demonstram o crescimento e a evolução do esporte feminino no Brasil.
Além das medalhas de ouro, as atletas brasileiras também conquistaram outras premiações importantes, mostrando a diversidade de talentos e habilidades das competidoras. O Brasil se consolida como potência no halterofilismo feminino, com um time de atletas talentosas e determinadas a alcançar o sucesso em competições nacionais e internacionais.

