Este artigo aborda contrato milionário do são paulo com empresa ligada a ex-sócio da fpf de forma detalhada e completa, explorando os principais aspectos relacionados ao tema.
Contrato de R$ 21,5 milhões com empresa de limpeza
O São Paulo Futebol Clube assinou um contrato milionário no valor de R$ 21,5 milhões com a empresa Milclean Serviços, especializada em serviços de limpeza e conservação. A empresa, que teve como sócio até 2021 o atual presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos, vem gerando polêmica nos bastidores do futebol paulista.
O contrato, firmado em 2024 e com validade até 2027, prevê a atuação de até 96 funcionários em três turnos para atender às demandas do clube social do São Paulo. No entanto, relatos e documentos revelam que em alguns dias o número de trabalhadores presentes foi significativamente inferior, chegando a cerca de 39 profissionais realizando atividades de limpeza e suporte operacional.
A Milclean, sediada em Taubaté (SP), continua sob o controle de um ex-sócio histórico de Reinaldo Carneiro Bastos, apesar da saída oficial do presidente da FPF em 2021. O valor mensal pago pelo clube à empresa é de R$ 569.856,20, totalizando aproximadamente R$ 6,8 milhões por ano. O São Paulo informou que a contratação ocorreu por meio de processo licitatório envolvendo sete empresas e que possui mecanismos internos de controle para acompanhar a prestação dos serviços.
Vínculo entre empresa e ex-sócio do presidente da FPF
A empresa Milclean Serviços, que fechou um contrato milionário com o São Paulo Futebol Clube, teve entre os seus sócios o presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos, até o ano de 2021. Embora ele tenha saído oficialmente da sociedade, a empresa continua sob controle de um ex-sócio histórico com quem ele já teve empreendimentos na área de limpeza profissional. Essa ligação anterior entre Bastos e a Milclean tem chamado a atenção da imprensa em relação à contratação.
O contrato assinado em 2024, com validade até 2027, prevê a atuação de até 96 funcionários da empresa em três turnos para atender às demandas do clube social do São Paulo. No entanto, relatos e documentos acessados pela imprensa indicam que, em alguns dias, o número de trabalhadores presentes foi significativamente inferior, chegando a cerca de 39 profissionais. O São Paulo, em sua defesa, alega que a contratação foi feita por meio de um processo licitatório com a participação de sete empresas e que possui mecanismos internos para monitorar a execução dos serviços.
A divulgação dos termos e valores do contrato entre o São Paulo e a Milclean trouxe à tona questionamentos sobre a efetividade da prestação de serviços de limpeza de grande porte e levantou discussões sobre a prática operacional diante da previsão inicial de mão de obra. A apuração jornalística, confirmada pelo portal LeoDias Esportes, tem fornecido mais informações factuais sobre o caso e seus desdobramentos.
Detalhes do contrato e número de funcionários
O contrato milionário firmado entre o São Paulo Futebol Clube e a empresa Milclean Serviços, no valor de R$ 21,5 milhões, estabelece a atuação de até 96 funcionários distribuídos em três turnos para atender às demandas do clube social. No entanto, relatos e documentos obtidos pela imprensa indicam que em alguns dias o número de trabalhadores presentes foi significativamente menor, chegando a cerca de 39 profissionais realizando atividades de limpeza e suporte operacional.
A empresa Milclean, sediada em Taubaté (SP), teve como sócio até 2021 o atual presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos. Mesmo após sua saída oficial da sociedade, a empresa permanece sob controle de um ex-sócio com quem Bastos já havia atuado em empreendimentos ligados à área de limpeza profissional. O contrato estabelece um pagamento mensal de R$ 569.856,20 ao Milclean, totalizando cerca de R$ 6,8 milhões por ano ao clube.
O São Paulo, em resposta à imprensa, afirmou que a contratação da Milclean ocorreu por meio de um processo licitatório com a participação de sete empresas. Além disso, o clube destacou possuir mecanismos de controle interno para acompanhar a execução dos serviços prestados. A divulgação dos detalhes do contrato suscitou questionamentos sobre a efetiva presença de funcionários no local de trabalho e como o clube tem gerenciado os serviços de limpeza de grande porte.
Processo licitatório e controlo interno do São Paulo
O São Paulo Futebol Clube celebrou um contrato milionário de R$ 21,5 milhões com a empresa Milclean Serviços, especializada em limpeza e conservação. O acordo, assinado em 2024 e com validade até 2027, prevê a atuação de até 96 funcionários em três turnos para atender às demandas do clube social. No entanto, relatos e documentos indicam que em alguns dias o número de trabalhadores presentes foi bem abaixo do previsto, chegando a cerca de 39 profissionais.
A Milclean, sediada em Taubaté (SP), teve entre seus sócios o atual presidente da Federação Paulista de Futebol (FPF), Reinaldo Carneiro Bastos, até 2021. Mesmo após a saída oficial de Bastos, a empresa permanece sob controle de um ex-sócio histórico com quem ele já havia trabalhado em empreendimentos ligados à limpeza profissional. A ligação anterior entre Bastos e a Milclean gerou atenção da imprensa sobre a contratação.
Segundo o São Paulo, a contratação da Milclean ocorreu por meio de processo licitatório com a participação de sete empresas. Ainda de acordo com o clube, existem mecanismos de controle interno para acompanhar a execução dos serviços, embora a presença real de pessoal no local varie conforme as folhas de ponto analisadas. A divulgação dos números e das condições contratuais ampliou o conhecimento público sobre como o clube financia serviços de limpeza de grande porte e qual tem sido a prática operacional diante da previsão inicial de mão de obra.
Fonte: https://portalleodias.com

