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CIA monitora vida de Maduro na Venezuela

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CIA infiltrou equipe para monitorar Maduro

A CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, instalou secretamente uma pequena equipe na Venezuela para monitorar os hábitos, a localização e os movimentos do ditador Nicolás Maduro, segundo fontes ouvidas pela CNN. Essa equipe contribuiu para o sucesso da operação deste sábado (3), que revelou o paradeiro exato de Maduro e onde ele estaria dormindo. Entre os agentes, havia um informante da CIA infiltrado no regime venezuelano que auxiliou os Estados Unidos no rastreamento da localização e dos movimentos de Maduro antes de sua captura, conforme relatado por uma fonte.

A CIA inseriu secretamente uma pequena equipe na Venezuela durante o verão, que conseguiu fornecer informações detalhadas sobre a rotina de Maduro, o que possibilitou sua captura com tanta facilidade quando chegou a hora. Essa operação contou com a colaboração de um informante infiltrado no regime venezuelano. A equipe principal do governo americano envolvida nas discussões sobre a Venezuela era composta por importantes autoridades, como o vice-chefe de gabinete Stephen Miller, o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hegseth e o diretor da CIA John Ratcliffe.

Essa equipe passou meses focada nos detalhes das operações dentro e ao redor da Venezuela antes da captura de Maduro. Realizaram reuniões frequentes, telefonemas e se encontraram com o presidente Donald Trump para mantê-lo informado sobre o assunto. Em outubro, Trump afirmou ter autorizado a CIA a operar dentro da Venezuela para combater o fluxo ilegal de migrantes e drogas provenientes do país sul-americano. Apesar das informações divulgadas, a CIA se recusou a fazer comentários sobre o assunto.

Informante da CIA auxiliou na captura de Maduro

Uma fonte revelou que a CIA contou com a ajuda de um informante infiltrado no regime venezuelano para auxiliar na captura de Nicolás Maduro. Esse informante forneceu informações cruciais sobre os hábitos, localização e movimentos do ditador, o que contribuiu para o sucesso da operação de localização e captura.

Segundo relatos, a equipe da CIA que estava envolvida na operação passou meses focada em detalhes das operações dentro e ao redor da Venezuela. Essa equipe, composta por agentes como Stephen Miller, Marco Rubio, Pete Hegseth e John Ratcliffe, realizou reuniões frequentes e se encontrou com o presidente Donald Trump para manter o governo informado sobre o andamento das investigações.

Em outubro, Trump autorizou a CIA a operar dentro do território venezuelano com o objetivo de combater o tráfico ilegal de drogas e migrantes. A presença da agência de inteligência dos Estados Unidos na Venezuela foi mantida em sigilo, e a CIA se recusou a comentar sobre o assunto.

Equipe do governo americano envolvida

A CIA, agência de inteligência dos Estados Unidos, enviou secretamente uma pequena equipe para a Venezuela com o objetivo de monitorar os hábitos, localização e movimentos do ditador Nicolás Maduro, conforme revelado por fontes à CNN.

Essa equipe desempenhou um papel crucial na operação que revelou o paradeiro de Maduro e sua localização exata, incluindo um informante infiltrado no regime venezuelano que auxiliou no rastreamento do ditador antes de sua captura.

A equipe principal do governo americano envolvida nas discussões sobre a Venezuela incluía o vice-chefe de gabinete Stephen Miller, o secretário de Estado Marco Rubio, o secretário de Defesa Pete Hegseth e o diretor da CIA John Ratcliffe. Eles passaram meses focados nas operações no país antes da captura de Maduro, mantendo contato frequente com o presidente Donald Trump para mantê-lo informado.

Operação autorizada por Trump

A CIA, a agência de inteligência dos Estados Unidos, instalou secretamente uma pequena equipe na Venezuela para monitorar os hábitos, a localização e os movimentos do ditador Nicolás Maduro, segundo fontes ouvidas pela CNN. Essa equipe contribuiu para o sucesso da operação deste sábado (3), que revelou o paradeiro exato de Maduro e onde ele estaria dormindo.

Entre os agentes, havia um informante da CIA infiltrado no regime venezuelano que auxiliou os Estados Unidos no rastreamento da localização e dos movimentos de Maduro antes de sua captura, conforme relatado por uma fonte. "A CIA inseriu secretamente uma pequena equipe na Venezuela durante o verão, que conseguiu fornecer informações detalhadas sobre a rotina de Maduro, o que possibilitou sua captura com tanta facilidade quando chegou a hora", explicou uma das pessoas ouvidas pela reportagem.

A equipe principal do governo americano que estava envolvida nas discussões sobre a Venezuela era composta pelo vice-chefe de gabinete Stephen Miller, pelo secretário de Estado Marco Rubio, pelo secretário de Defesa Pete Hegseth e pelo diretor da CIA John Ratcliffe. Eles passaram meses focados nos detalhes das operações dentro e ao redor do país sul-americano antes da captura de Maduro, disseram duas fontes à CNN. Em outubro, Trump afirmou ter autorizado a CIA a operar dentro da Venezuela para reprimir o fluxo ilegal de migrantes e drogas provenientes do país sul-americano. A CIA se recusou a comentar.

Fonte: https://www.cnnbrasil.com.br